Lista da Libertadores é anunciada

Por Agência Corinthians

22/02/10 18h00

http://www.corinthians.com.br/

Mano Menezes anunciou oficialmente a esperada lista dos 25 jogadores que terão a missão de trazer a Taça Libertadores da América para o Parque São Jorge. Com um elenco que mescla experiência internacional e juventude, o grupo alvinegro é altamente equilibrado – possui pelo menos duas boas opções para cada setor do campo.

Cada um dos atletas escolhidos pelo treinador possui uma característica essencial para a disputa do torneio continental, como o próprio técnico confirmou. “Procuramos trabalhar com as questões mais objetivas possíveis, obedecer a todos os critérios técnicos e ter 25 jogadores capazes de resolver os nossos problemas”.

Serão 14 jogos para o sonhado título. Embora descartem o favoritismo, os corinthianos estão entre os maiores candidatos à conquista. Já na estreia, contra o Racing-URU nesta quarta-feira, a vitória esperada pela Fiel – resultado parcial da enquete do Corinthians.com.br aponta para este resultado.

Confira abaixo os 25 guerreiros:

1 – Felipe
2 – Alessandro
3 – Chicão
4 – William
5 – Ralf
6 – Roberto Carlos
7 – Elias
8 – Tcheco
9 – Ronaldo
10 – Danilo
11 – Iarley
12 – Rafael Santos
13 – Paulo André
14 – Leandro Castan
15 – Marcelo Mattos
16 – Dodô
17 – Dentinho
18 – Jucilei
19 – Souza
20 – Defederico
21 – Morais
22 – Júlio César
23 – Jorge Henrique
24 – Moacir
25 – Edu

GOLEIROS

Felipe
A “Muralha” alvinegra. Nele e em suas espetaculares defesas são depositadas as fichas principais para ser ter uma defesa sólida, fundamental em uma Libertadores.

Rafael Santos
Formado no “terrão”, é um jovem de muito potencial. Sempre que solicitado por Mano Menezes, correspondeu à altura.

Julio Cesar
Outro goleiro vindo das categorias de base. Seguro, boa opção caso seja necessário.

LATERAIS

Alessandro
A melhor representação de guerreiro dentro de nosso elenco. Titular absoluto da lateral-direita, comanda o setor com bom posicionamento defensivo e forte apoio ofensivo.

Roberto Carlos
Disposição, potência e velocidade. O vigor físico ajuda na marcação e é fundamental nas subidas ao ataque. Seus cruzamentos e cobranças de falta são letais aos adversários.

Dodô
Revelação desta temporada, ele tem um grande potencial e é uma grande aposta para a lateral-esquerda.

Moacir
Volante de origem, é outro jogador que pode atuar em mais de uma posição. Caso Alessandro não esteja à disposição, pode tranquilamente suprir a lateral-direita.

ZAGUEIROS

Chicão
O “Xerife”. É um dos pilares principais da equipe de Mano Menezes, sinônimo de solidez defensiva e arma surpresa no ataque. Gols de falta à vista.

William
O capitão, o homem de confiança. Nele, o treinador coloca a responsabilidade de liderar a equipe em campo. Ao lado de Chicão, forma o pilar defensivo do Timão.

Paulo André
Sempre seguro em suas atuações, possui a seu favor o fato de já ter jogado no futebol europeu. Experiência conta nesse tipo de competição.

Leandro Castan
Destaque no Barueri na temporada passada, foi bem em suas primeiras partidas pelo Timão. Guerreiro, posiciona-se muito bem e é ótima alternativa aos titulares.

VOLANTES

Ralf
Brigador, ao melhor estilo corinthiano. Não desiste do lance e está sempre na disputa pela bola, a cara da Libertadores. Se identificou muito com a Fiel apesar do pouco tempo de casa.

Marcelo Mattos
Com ele em campo, é garantia de forte marcação. Não desgruda do adversário e passa segurança à linha defensiva. No ataque, pode surpreender com potentes chutes de longa distância.

Elias
Cão de guarda incansável, é o homem do primeiro combate. Destaca-se pela forte marcação, pelo estilo brigador, e pela habilidade em conduzir a equipe ao ataque.

Edu Gaspar
Um “técnico em campo”. Seu conhecimento de futebol ajudam muito o treinador. Experiente, é o homem para passar tranquilidade aos companheiros nos momentos necessários.

Jucilei
O “Polivalente”. Brigador, joga de primeiro ou segundo volante e até de lateral. Outro atleta incansável que sempre entra bem. Seu chute de longe é um perigo aos rivais.

MEIAS

Danilo
O “Garçom”. Características que se assemelham às do Tcheco, com o diferencial de atuar mais pela esquerda. Possui título de Libertadores no currículo e sabe bem como lidar com os rivais estrangeiros.

Defederico
Altamente técnico, o argentino chegou ao Parque São Jorge com as credenciais de ser o “novo Messi”. Ele rejeita o rótulo, mas suas demonstrações de habilidade e raça conquistaram a Fiel.

Morais
Veloz e extremamente habilidoso, Morais tem ainda a seu favor o fato de bater bem na bola com as duas pernas. Fica como opção para colocar velocidade no jogo quando necessário.

Tcheco
O “Maestro”. Um dos principais homens de confiança de Mano, tem experiência de Libertadores – foi vice-campeão ao lado do técnico em 2007. Mortal na bola parada.

ATACANTES

Dentinho
O “Xodó”. Embora tenha perdido espaço no time titular em 2010, é essencial. Sempre que entra, vai bem. Com técnica e velocidade, pode decidir um jogo a qualquer momento.

Iarley
O “Senhor Libertadores”. Macaco velho na competição continental – possui uma conquista no currículo –, o veterano conhece como poucos os atalhos do campo para esse tipo de disputa.

Jorge Henrique
O “Motor” da equipe. Originalmente atacante, nem ele sabe ao certo dizer mais sua posição. Corre pelos quatro cantos do campo se preciso, sempre aliando disposição à técnica apurada.

Ronaldo
Dispensa comentários. Campeão de tudo que disputou, o maior artilheiro da história da Copa do Mundo vai em busca do único título de expressão que falta em seu extenso currículo.

Souza
Artilheiro por onde passou, Souza é referência na área. Atacante de estilo trombador, protege bem a bola, faz o pivô e possibilita a chegada dos companheiros vindos de trás.

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2 Respostas to “Lista da Libertadores é anunciada”

  1. Uilson Souza Says:

    Sabrina, dessa lista eu apenas não concordo com o Paulo André…ele no time é certeza de tomarmos gols de cabeça…levaria o Balbuena no lugar que, além da lateral, pode ajudar e bem na zaga.

  2. José Says:

    A Libertadores é, inegavelmente, um grande desejo dos corinthianos. Afinal, é o título que falta para um clube que, em 100 anos, cumpriu uma trajetória iniguável, partindo dos campos de várzea e atingindo a posição de clube mais importante do país mais importante do futebol. E a isso se soma o fato de ser um título já conquistado por todos os nossos principais rivais estaduais.

    Mas vamos devagar com as coisas. O Corinthians já é o time mais importante e glorioso do país, independentemente de não haver conquistado, ainda, uma Libertadores. Nós somos os maiores campeões do campeonato estadual mais importante, o Paulistão, com 26 títulos. Nós somos os maiores campeões do torneio regional mais importante, o Rio-São Paulo, com 5 títulos. Nós somos os maiores campeões nacionais, com 7 conquistas, sendo 4 títulos do Brasileirão e 3 da Copa do Brasil. Nós já conquistamos um título geografica e qualitativamente superior à Libertadores: o Mundial. Somos o primeiro clube campeão do mundo.

    Ganhar a Libertadores é, sim, difícil. Porém, vejam o Cruzeiro: ganhou duas vezes a competição continental antes de conquistar o seu primeiro campeonato brasileiro. O São Paulo ficou sem ser campeão brasileiro por quinze anos, de 1991 a 2006, e, nesse período, ganhou três vezes a Libertadores. Sem falar que ganharam três Libertadores mas nunca ganharam a Copa do Brasil em sua história (e tentaram…e tiveram derrotas doídas…).

    Não se trata de dizer que as uvas estão verdes. Mas o significado da Libertadores para o Corinthians vai além do seu valor intrínseco, de ser o mais importante torneio continental na América e de garantir vaga no Mundial. A Libertadores é importante justamente porque o Corinthians não a ganhou. Afinal, a não-conquista da Libertadores é uma das maiores (se não for a maior) das bandeiras dos anti-corinthianos. Quando o título vier, vão, com certeza, desvalorizá-lo: já não é o que era, o juiz ajudou, bom mesmo era no tempo da intercontinental…

    Enfim, temos que ganhar a Libertadores, sim. Se for este ano, ótimo. Vai ter um sabor parecido com o do nosso primeiro Brasileirão, em 1990. Melhor, talvez. Mas, com certeza, não vai nos proporcionar aquela sensação de triunfo supremo, de primeiro de todos, de maior de todos, como a sensação da conquista do 1° Mundial de Clubes, em 2000. E, muito menos, não há conquista da Libertadores capaz de atingir a emoção inigualável, indescritível, do dia da libertação, o 13 de outubro de 1977.

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