A Libertadores é, inegavelmente, um grande desejo dos corinthianos.

Gente, o José (não sei o sobrenome dele), deixo o texto a seguir como comentário no meu post anterior. Achei o texto perfeito, por isso fiz esse post. José, faço minhas as suas palavras, obrigada pelo texto, espero que você apareça.

Por José Corinthiano

A Libertadores é, inegavelmente, um grande desejo dos corinthianos. Afinal, é o título que falta para um clube que, em 100 anos, cumpriu uma trajetória iniguável, partindo dos campos de várzea e atingindo a posição de clube mais importante do país mais importante do futebol. E a isso se soma o fato de ser um título já conquistado por todos os nossos principais rivais estaduais.

Mas vamos devagar com as coisas. O Corinthians já é o time mais importante e glorioso do país, independentemente de não haver conquistado, ainda, uma Libertadores. Nós somos os maiores campeões do campeonato estadual mais importante, o Paulistão, com 26 títulos. Nós somos os maiores campeões do torneio regional mais importante, o Rio-São Paulo, com 5 títulos. Nós somos os maiores campeões nacionais, com 7 conquistas, sendo 4 títulos do Brasileirão e 3 da Copa do Brasil. Nós já conquistamos um título geografica e qualitativamente superior à Libertadores: o Mundial. Somos o primeiro clube campeão do mundo.

Ganhar a Libertadores é, sim, difícil. Porém, vejam o Cruzeiro: ganhou duas vezes a competição continental antes de conquistar o seu primeiro campeonato brasileiro. O São Paulo ficou sem ser campeão brasileiro por quinze anos, de 1991 a 2006, e, nesse período, ganhou três vezes a Libertadores. Sem falar que ganharam três Libertadores mas nunca ganharam a Copa do Brasil em sua história (e tentaram…e tiveram derrotas doídas…).

Não se trata de dizer que as uvas estão verdes. Mas o significado da Libertadores para o Corinthians vai além do seu valor intrínseco, de ser o mais importante torneio continental na América e de garantir vaga no Mundial. A Libertadores é importante justamente porque o Corinthians não a ganhou. Afinal, a não-conquista da Libertadores é uma das maiores (se não for a maior) das bandeiras dos anti-corinthianos. Quando o título vier, vão, com certeza, desvalorizá-lo: já não é o que era, o juiz ajudou, bom mesmo era no tempo da intercontinental…

Enfim, temos que ganhar a Libertadores, sim. Se for este ano, ótimo. Vai ter um sabor parecido com o do nosso primeiro Brasileirão, em 1990. Melhor, talvez. Mas, com certeza, não vai nos proporcionar aquela sensação de triunfo supremo, de primeiro de todos, de maior de todos, como a sensação da conquista do 1° Mundial de Clubes, em 2000. E, muito menos, não há conquista da Libertadores capaz de atingir a emoção inigualável, indescritível, do dia da libertação, o 13 de outubro de 1977.

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8 Respostas to “A Libertadores é, inegavelmente, um grande desejo dos corinthianos.”

  1. Uilson Souza Says:

    Sabrina, o comentário do José foi sensacional!!!! Colocar ele no post foi uma sacada muito boa!
    Parabéns

  2. José Says:

    Sabrina,

    Foi uma surpresa, que me deixou muito lisonjeado, ver a publicação do meu comentário como postagem no seu blog.

    Procurei mandar esse meu comentário para vários blogs corinthianos que eu já conhecia, e, em um deles, eu vi o link para o seu blog. Numa rápida olhada pelas postagens mais recentes e algumas mais antigas, me pareceu muito interessante, escrito com paixão e personalidade.

    Virei leitor.

    Um beijo para você, um abraço para o Uilson, muito obrigado pelas palavras elogiosas de ambos, que me deixaram mais satisfeito justamente por terem partido de corinthianos provavelmente tão apixonados quanto eu.

    Saudações corinthianas.

    E hoje é o dia! Vai, Corinthians!!

  3. Higor Oliveira Says:

    Sabrina, sem palavras pro texto. Traduz o desejo de nossa nação.

    Corinthians SEMPRE!

  4. Rafael Says:

    segunda-feira, 1 de março de 2010

    O circo do apito

    Podemos até dizer que o Corinthians jogou mal ontem.
    Que Jorge esteve irreconhecível. Que a defesa falhou quando não poderia ter falhado. Que se Dente acerta uma bicicleta ainda no primeiro tempo (não haviam arrumado as expulsões ainda, e o Coringão teria o placar a seu favor o resto do jogo), ou ainda, que se o Tcheco faz o gol debaixo da trave, tendo acertado o travessão, numa quase “injustiça” dos deuses da Bola, tudo seria outra coisa.

    Tudo isto seria do jogo. Seriam coisas do Futebol.
    O Futebol é assim.
    Não tem o que fazer com o que é do Futebol, a não ser discorrer, louvar ou lamentar.

    Mas aqui devemos falar sobre o que não é do jogo, pois ontem não aconteceu um jogo de Futebol.
    Aconteceu um circo de quem tem o apito.
    E Futebol não pode ser circo, como foi ontem.

    O que não é “do jogo”, “do Futebol”, é justamente esse apito ladrão e canalha.
    Mas ser Corinthiano é saber perder roubado, cada vez mais.

    Não é de hoje, nem de ontem, é coisa que vem desde que a anticorintianada se viu sendo sobrepujada pelo CLUBE DO POVO, em uma tarde de março de 1913, no antigo Velódromo.
    O Corinthians é sistematicamente roubado, como foi nesta tarde de domingo, naquele pardieiro.

    Não é necessário discorrer acerca da complacência da abutraiada. E de como essa gentalha se regozija com um simples revés em fase classificatória – ROUBADO, frise-se – do CLUBE DO POVO. Não entendem que isso apenas fortalece?
    Somos como a massa do pão. Quanto mais bate, mais crescemos.

    Enfim, a roubalheira foi do princípio ao fim do jogo.

    Vejamos.
    Começa a partida, e de saída uma paulistinha no Gordo, punível com no mínimo um amarelo, sem qualquer “esforço de interpretação”.
    Uma bandidagem antidesportiva. O canalha do apito já mostrava a que havia vindo.

    Enquanto isso, só a FIEL cantava naquele pardieiro. As sereias lá não sabem cantar…

    Felipe faz a primeira grande defesa no jogo, e sofre falta desleal de ataque. Hoje vejo que a bambizada marinha chiou que “apanharam”. Vejam o jogo novamente.
    Aos 4:45, aproximadamente, a roubalheira se consolida, com um pênalti mandrake inventado, comprado; era o circo do apito.

    Fosse esse pênalti roubado para o Corinthians, o mundo cairia.
    Mas os dois pesos e duas medidas, tanto do apito quanto da abutraiada, bem como da anticorintianada de merda, se revelam nesse lance e em tantos outros. Era apenas o começo da roubalheira.

    Felipe defende heroicamente, de mão trocada.

    Aos 9, inventa-se uma falta inexistente de Tcheco. Aos 11, nova falta inventada de Willian.
    Enquanto isso, as faltas – reais, verdadeiras – das sereias não eram marcadas. Outra falta desleal no Gordo, e nenhum cartão. Seria outro cartão, mas o peso e a medida para o adversário do Corinthians é diferente do peso e da medida para o Corinthians, como veríamos ao longo de toda partida – não apenas nesse lance.
    Cadê o cartão, canalha do apito?

    Falta em Dente. Outra falta desleal. As sereias reclamaram que “apanharam”? Ora, revejam o que fizeram, bando de hipócrita.
    Três em cima de Dente, mas o canalha do apito, organizador do circo do apito, dá falta de Dente. Como isso? Ora, a anticorintianada é capaz de qualquer coisa.

    Aos 25, mais uma falta desleal em Jorge.
    O canalha do apito? Não marca. Mas marca uma falta inexistente no minuto seguinte, para a pequena sereia. Inventa um escanteio para as sereias aos 29.
    Aos 30, o bambi marinho simula uma falta inexistente, prova de que são dois pesos e duas medidas; ele não amarelou o viadinho.

    O Gordo saia livre para o gol, aos 31, mas o canalha salva a bambizada marinha, anulando com o apito a jogada.
    Que puta roubalheira!
    No minuto seguinte a pequena sereia faz o gol. A prova de que os Corinthianos são leais é que a bonequinha não apanhou. Era para ter tomado uma solada no calcanhar, antes de virar e chutar.
    Como já dissémos, a zaga vacilou. Faltou o foco que faltou também na quarta passada. Coisas do Futebol.

    A injustiça premiada desanima os justos.
    Mas não serve de justificativa, senão para virar o jogo. Mas o circo do apito estava empenhado para apenas prejudicar o Corinthians, como se veria no segundo tempo.

    Alessandro e Ralf, que foram identificados como aqueles que falharam no único lance do adversário dentro das regras do futebol, único lance direito, são substituídos por Moacir e Jucilei.
    E logo no começo do jogo, Moacir faz exatamente o que as bonecas fazem.
    Tal é a diferença de medida para o Corinthians, que ao contrário das bonecas, Moacir toma cartão.
    Por fazer exatamente o que fazem as bixas da praia!

    Não se pode encostar nas bonecas, que elas caem. Simulam. E ganham, do circo do apito, as faltas. E vão minando a paciência Corinthiana.

    É roubalheira demais. Aos 8, inventa nova falta. Um escândalo. A falta foi em Dente, E NA ÁREA. E ainda tivemos outra falta na área do adversário, que o circo do apito “ignorou”.
    Foi justamente essa “ignorada” que proporcionou o contra-ataque para o segundo gol. Segunda premiação da injustiça.
    Parabéns, apito amigo das sereias! O circo surtia efeito.

    Em jogada de Gordo, Dente empata aos 23. Mas aos 29, nova falta inventada. O circo estava armado, e o Corinthians jogava contra tudo e contra todos.
    Moacir é expulso pelo canalha da bandeira, pois o apito já estava com vergonha de roubar tanto.
    Aos 28, pênalti em RC6.
    O que faz o apito?…

    Só no mundo cor-de-rosa da anticorintianada de merda o cara que sofre pênalti pode ser expulso.
    RC6 não jogou nada, como não jogou também nos jogos passados.
    Mas expulsá-lo foi uma temeridade. Fosse o adversário do Corinthians (qualquer adversário, basta ser adversário do Corinthians para que isso se dê), o campeonato sofreria uma intervenção, tamanho foi o escândalo, abafado pela abutraiada.
    Mas tenho um termômetro particular; quando a minha Mãezinha diz que o Corinthians foi roubado (e o amigo que acompanha este Mosqueteiro sabe muito bem como sou), então é porque foi roubado realmente, como de fato foi.

    Aos 30 a boneca, que já estava amarelada, faz nova falta desleal. Fosse jogador do Corinthians, estaria sendo expulso, mas no circo do apito, as medidas são diferentes para um e outro, e a injustiça corre solta. Roubalheira sem fim.

    38, Gordo tenta. 40, travessão de Tcheco, era a jogada do jogo.
    Coringão tentava, aos trancos e barrancos, e as bonecas faziam firulinha, achando que o mundo acabaria com o apito final. O mundo não acabou, gentalha anticorintiana de merda.

    Aos 45, mão da boneca, mas o apito a resguarda nesse cirquinho.
    É só roubando pra ganhar do Corinthians!
    É só isso que vocês têm, anticorintianada de merda?
    Com isso “tudo”, poderíamos ter empatado – coisas do Futebol.
    Ontem o Futebol perdeu, também. Para o circo da roubalheira…

    Fomos roubados, de uma forma nunca antes vista por qualquer time que jogue naquele pardieiro.
    A anticorintianada se regozija, pois lhe falta Alma. Que é o que sobra à gente, Família Corinthiana.
    Nada como um dia após o outro.
    Queremos ver o circo pegar fogo.

    AQUI É CORINTHIANS!!!

    http://anarcorinthians.blogspot.com/2010/03/o-circo-do-apito.html

  5. Uilson Souza Says:

    Rafael…sensacional seu comentário…uma pena que até falsos corinthianos da mídia estejam inaltecendo esse time de fraudinhas.

  6. Isabel Says:

    Saudações CORINTHIANAS🙂
    Belo texto do José!
    Mandei um e-mail pra ti,Sabrina.
    VAI CORINTHIANS !

  7. JOÃO Says:

    TÁ EXPLICADO :

    Publicada em 12/3/2010 às 19:48

    Nicolás Leoz garante: ‘Sou são-paulino’

    Ainda em Assunção, presidente da Conmebol visita o Sampa no hotel e admite torcida para o time brasileiro

    Leoz viu a vitória do Tricolor ao lado de Juvenal, no Defensores del Chaco
    LANCEPRESS!

    Em Assunção, capital paraguaia, a diretoria do Tricolor esteve muito bem acompanhada. Durante os três dias em que ficou por lá, a cúpula são-paulina foi recebida por Nicolás Leoz, presidente da Conmebol, que inclusive assistiu à vitória contra o Nacional (PAR) ao lado do presidente Juvenal Juvêncio, nas tribunas do Estádio Defensores Del Chaco.

    Nesta sexta-feira, na última visita ao hotel em que o Sampa ficou concentrado, Leoz admitiu o carinho pelo clube.

    – Sou são-paulino, nunca escondi isso – garantiu o dirigente.

    Na verdade, o paraguaio é conhecidamente torcedor do Libertad (PAR), onde já foi presidente. Em sua homenagem, o estádio do clube foi inclusive batizado com o seu nome.

    Porém, não é nenhuma mentira a ligação de Leoz com o Sampa. Segundo o livro “Tricolor Celeste”, do jornalista Luís Augusto Símon, quando morou em São Paulo nos anos 60, o paraguaio passou a torcer pelo Tricolor por causa de seu compatriota Cecílio Martinez, que chegou em 1963 e fez 58 jogos e 16 gols com a camisa do São Paulo.

    Em Assunção, o mandatário da Conmebol mostrou empolgação com a atual equipe, que é comandada pelo técnico Ricardo Gomes.

    – O time está forte. Não tenho dúvida de que é um dos principais favoritos ao título – declarou.

    No encontro, Leoz manifestou o seu apoio ao Morumbi, que trava disputa com a Fifa pelo direito de sediar uma das semifinais da Copa de 2014.

    http://www.lancenet.com.br/sao-paulo/noticias/10-03-12/716571.stm?nicolas-leoz-garante-‘sou-sao-paulino’

    VELHO DESCARADO, SAFADO, MAFIOSO!

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